Segunda-Feira, 15 de Outubro de 2018

Arion votará contrário ao 13° salário para políticos

Para o vereador, momento é de redução de custos, e não aumento

Marechal Cândido Rondon

| 22/09/2017 | 12:54 |
Um dos temas mais debatidos pela população rondonense nos últimos dias tem sido o Projeto de Lei de autoria do Poder Executivo, remetido à Câmara Municipal de Marechal Cândido Rondon, que visa autorizar o pagamento de 13º salário e 1/3 de férias para o prefeito e o vice-prefeito.

O assunto tem gerado bastante polêmica nas redes sociais. A maioria dos cidadãos não concorda com a medida, sendo que uma pequena minoria é favorável. Em entrevista concedida para o Jornal O Presente na última Terça-feira, dia 19, o Presidente do Legislativo Municipal, vereador Pedro Rauber, afirmou que o projeto deverá ser aprovado, já que tem apoio de 100% dos membros da Casa de Leis.

Entretanto, o primeiro vereador a se pronunciar publicamente sobre o assunto, Arion Nasihgil, declarou que seu voto para o projeto será contrário, pois não concorda com mais gastos para agentes políticos.

“Não posso concordar com este projeto. O Brasil vive um momento de renovação política que exige a redução dos gastos públicos com a folha de pagamento. Muito embora o Supremo Tribunal Federal tenha reconhecido este direito, não é a hora de ser aplicado na prática. O que precisamos é de mais gastos com investimentos em prol da população, e não aumentarmos nossos próprios rendimentos e entregar a conta para o povo”, afirmou Arion.

Considerando o atual salário do Prefeito Municipal, no valor bruto de R$ 26.000,00, e do Vice-Prefeito, de R$ 13.000,00, a aprovação da medida custaria, durante os quatro anos de mandato, aproximadamente R$ 210.000,00 para os cofres públicos. Para Arion, este valor poderia ser utilizado na saúde pública, na educação, na assistência social, entre outras áreas críticas do município.

“Este projeto em específico abrange apenas os dois cargos do Executivo. Mas, se precisar ser votado um projeto também para nós do Legislativo, mais uma vez meu voto será ‘não’. Minhas decisões são técnicas e sempre baseadas na vontade da população, pois é ela que eu represento. Se o povo é contra, eu sou também”, finalizou o vereador.
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