Segunda-Feira, 10 de Dezembro de 2018

Pohl discute com ministro da Saúde atendimento na Farmácia Básica

Ele questionou o fim da entrega de remédios gratuitos a pacientes da rede privada

Marechal Cândido Rondon

| 01/09/2017 | 16:06 | Assessoria
Pohl discute com ministro da Saúde atendimento na Farmácia Básica    | Marechal Cândido Rondon
Encontro co ministro Ricardo Barros | Foto: Cristiano Viteck

O vereador rondonense Ronaldo Pohl encontrou-se com o ministro da Saúde, Ricardo Barros. Na pauta da reunião – ocorrida em Toledo no último sábado (26) e que teve também a presença do deputado estadual José Carlos Schiavinato – o vereador discutiu o atendimento na Farmácia Básica.

O assunto principal foi a normativa do Ministério da Saúde, em vigor no País desde 2011, que proíbe que pacientes com receitas médicas com origem na rede privada recebam medicamentos gratuitamente do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em Marechal Cândido Rondon, o efeito da normativa se fez sentir pela população desde junho do ano passado, quando o município deixou de fornecer remédios na Farmácia Básica para quem não apresentar receita médica com origem nas unidades públicas de saúde.

Esta nova situação, explicou o vereador ao ministro, causa transtornos aos pacientes e tumultua o atendimento público. Pohl relatou casos em que, para obter medicamento gratuito, muitas pessoas que têm convênio hospitalar ou que pagam por consulta particular recorrem aos postos de saúde para obterem receita médica do SUS. Isso congestiona ainda mais as filas para consultas na rede pública.

Conforme avaliou Pohl no encontro com Ricardo Barros, embora essa medida do Ministério da Saúde tenha como finalidade principal reduzir os gastos do SUS, fato é que na prática ela gera ainda mais despesas para o Poder Público.

“Ficam evidenciados dois cenários: primeiro, uma sobrecarga nos atendimentos da rede pública, exigindo que o município assuma o ônus pela disponibilização de número maior de profissionais. No segundo cenário, muitos usuários de plano de saúde, em razão da indisponibilidade de medicamentos, abandonam o convênio, situação que, por consequência, recai novamente em ônus ao SUS”, argumenta o vereador.

Como sugestão, Pohl requereu a Ricardo Barros que o Ministério da Saúde reveja e, se possível, altere a normativa para garantir o direito à saúde pública, que é assegurado pela Constituição a todos os brasileiros.

“Esta medida contribuirá para que muitas famílias possam desfrutar de maior dignidade, tendo seus esforços em custear o plano de saúde minimizados com o benefício do medicamento gratuito”, conclui o vereador.

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