Quarta-Feira, 19 de Setembro de 2018

Vereadores questionam dispensa de licitação para compra de software de gestão de saúde

Pedido de informações partiu de Adriano Cottica, Arion Nasihgil e Josoé Pedralli

Marechal Cândido Rondon

| 15/08/2017 | 14:09 | Assessoria
Vereadores questionam dispensa de licitação para compra de software de gestão de saúde | Marechal Cândido Rondon
Adriano Cottica, Arion Nasihgil e Josoé Pedralli | Foto: Cristiano Viteck

Na sessão de ontem (14), os vereadores Adriano Cottica, Arion Nasihgil e Josoé Pedrali apresentaram, através de requerimento conjunto, pedido de informações ao Poder Executivo de Marechal Cândido Rondon. Eles pedem esclarecimentos sobre o Processo Licitatório 041/2017 – Dispensa 013/2017, visando à contratação, em caráter emergencial, de software de gestão pública e saúde, com licença de uso e datacenter.

Os vereadores pretendem que a administração esclareça a justificativa para a abertura deste processo licitatório e, caso a motivação seja o vencimento de contrato anterior, se não foi possível identificar antecipadamente o vencimento e, assim, realizar uma licitação que permitisse concorrência.

Eles também querem que seja esclarecido se foram realizados orçamentos com empresas concorrentes buscando o menor preço e/ou a melhor qualidade técnica; o porquê do caráter emergencial de contratação; o valor total pago à empresa; e se já houve a abertura de regular processo licitatório, em modalidade que permita ampla concorrência, em substituição ao procedimento de dispensa questionado.

Em outro requerimento, este de autoria dos vereadores Adriano Cottica e Arion Nasihgil, é feito o pedido de informações à Prefeitura sobre a remuneração de médicos da Unidade de Saúde 24 Horas e do Hospital Municipal Dr. Cruzatti que estão com horas devedoras em cartões de controle de jornada.

Segundo os dois vereadores, o questionamento foi motivado após receberem o Ofício 602/2017-GAB, o qual, em resposta ao requerimento 244/2017, apresentou cópia dos cartões-ponto dos médicos públicos sujeitos à controle de jornada. “Gerou estranheza a existência de alguns profissionais com alto número de horas devedoras, causadas por diversos atrasos no início da jornada, saídas antecipadas e faltas injustificadas”, declaram Cottica e Arion.

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