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A boneca Momo voltou? Saiba como proteger as crianças

Internet | 18/03/2019 | 14:26 |
| Fotos: Instagram |
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A Momo do WhatsApp supostamente estaria aparecendo em vídeos do YouTube para instruir crianças a se matarem ou cometerem atos violentos contra si mesmas. Elas também seriam encorajadas a manter o conteúdo em segredo dos pais. Há rumores de que a imagem da mulher apareceu em um vídeo com a Peppa Pig, personagem de desenho infantil, no YouTube Kids. Em resposta à polêmica, o YouTube afirmou que não há evidência sobre a existência do desafio “Momo Challenge” na plataforma. A mídia social também recomenda que os usuários denunciem esse tipo de conteúdo, que é proibido pelo site. No dia 1º de março, a empresa disse ao The Verge que não exibe mais anúncios em vídeos sobre a Momo.

A Momo do WhatsApp, que se tornou viral em 2018, é considerada por autoridades como um hoax, uma farsa que circula na Internet. Especialistas e defensores de segurança infantil afirmam que não existem evidências sobre a ameaça. Apesar disso, é importante monitorar os filhos na Internet e alertá-los sobre os perigos no ambiente virtual.

 

Entenda a volta da Momo

O rumor começou com uma publicação de uma mãe em um grupo do Facebook destinado à residentes de Westhoughton, na Inglaterra. O post se refere a uma história que ela ouviu de seu filho na escola. A postagem ganhou bastante repercussão na Internet e foi divulgada por jornais locais, além de ser reproduzida em vários países.

A polícia e diversas escolas britânicas também se posicionaram sobre o caso e alertaram a respeito dos possíveis riscos do desafio Momo. A escola primária Hull fez um post polêmico na sua página do Facebook, alegando que o viral está “invadindo programas infantis”, sem evidências.

De acordo com defensores de segurança infantil, houve poucas evidências para a divulgação do boato no Facebook e comentários oficiais da polícia e escolas britânicas. Apesar disso, eles alertam para as preocupações legítimas sobre segurança infantil online.

Em resposta, o YouTube publicou no Twitter que não tem evidências recentes de vídeos promovendo o desafio Momo em sua plataforma e recomendou aos usuários que esse tipo de conteúdo seja denunciado. “Queremos esclarecer algo sobre o Desafio Momo: não vimos nenhuma evidência recente de vídeos promovendo o Desafio Momo no YouTube. Vídeos que incentivam desafios prejudiciais e perigosos são contra nossas políticas”.

Vale lembrar que, em 2017, veio à tona um fenômeno parecido chamado de Baleia Azul que supostamente levou a 130 suicídios de adolescentes na Rússia.

 

Entenda o que é a Momo

Momo é um suposto personagem maligno atribuído a um número do Japão (+81) que pode ser contactado pelo WhatsApp. Assim, crianças e adolescentes poderiam conversar com essa entidade e seriam incitadas a cometerem suicídio ou mutilação.

O fenômeno se tornou viral em 2018 e foi noticiado primeiro por jornais espanhóis. Na verdade, a febre é um hoax, ou seja, uma farsa que circula pela Internet. A imagem da mulher, na verdade, se trata de uma escultura realizada no Japão.


Como se proteger

A empresa de cibersegurança Kaspersky Lab compartilhou algumas dicas para que pais protejam seus filhos em atividades na Internet, especialmente no caso Momo. A principal recomendação é ter conversas regulares com a criança para conscientizá-la sobre como estar segura online, além de entrar em acordo sobre quais sites têm acesso permitido. Também é importante que o menor de idade saiba que pode confiar em um adulto se notar alguma atitude perturbadora enquanto navega na web. A seguir, confira outras orientações de segurança.

Certifique-se de que seu filho entenda que ele não deve “fazer amizade” com alguém online que não conhece na vida real ou adicionar números desconhecidos a seus contatos – as pessoas online nem sempre são honestas sobre quem são e o que querem;

Ativar configurações de segurança – configurações como a reprodução automática devem ser desativadas e os controles parentais podem ser instalados para ajudar a evitar que as crianças visualizem conteúdo impróprio; 

Faça uso de recursos, como mudo, bloqueio e relatório – isso os protegerá de muitos conteúdos nocivos; 

Nunca compartilhe informações pessoais, como números de telefone, endereços, etc, com pessoas que você não conhece.
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