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Conselho do Ministério Público deve atrasar julgamento de Deltan Dallagnol

VAZA JATO | 13/08/2019 | 08:23 |
Dallagnol tem outro processo correndo contra ele no CNMP | Fotos: © Marcelo Camargo |
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O CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) deve adiar o julgamento do procurador Deltan Dallagnol. O líder da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba é acusado de fazer campanha contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL).

O julgamento, inicialmente está marcado para esta 3ª feira (13.ago.2019). A causa do possível atraso seriam novos documentos e informações adicionadas pelo emedebista para a investigação. Ao recebê-los, o órgão do MPF precisaria de mais tempo para analisá-las e dar início ao julgamento.

O senador entrou com a representação contra Dallagnol em 19 de março. Segundo ele, o motivo seria o descumprimento de dever funcional por parte do procurador.

Calheiros alega que o procurador tentou deliberadamente intervir contra ele no pleito pelo Senado por meio de postagens no Twitter durante o período eleitoral. Segundo o emedebista, Dallagnol continuou em campanha para evitar sua eleição à presidência da Casa. 

No texto, Renan afirma que “assim, em sua conta na rede social Twitter, o denunciante, como representante do Poder Legislativo e formador de opinião, criticou a forma como o denunciado abordou o tema das eleições, sobretudo pela terminologia imprópria (‘batalha final’), advertindo para os fins políticos da intitulada ‘Operação Lava-Jato’. O comentário do denunciante está em conformidade com suas responsabilidades políticas e liberdade de crítica, sobretudo por se tratar de um parlamentar“.

Sobre o período de eleições à Mesa Diretora do Senado, Calheiros diz que Dallagnol passou “a promover campanha para que a votação para a composição da Mesa Diretora do Senado Federal fosse realizada por meio do voto aberto, vinculando maldosamente o voto fechado”. O senador afirma que, por meio de postagens, o procurador “pediu que seus seguidores assinassem um ‘abaixo-assinado’ pelo voto aberto.”

Outros processos

Deltan Dallagnol tem 1 outro processo administrativo por declarações na mídia, aberto em agosto de 2018. À época, o procurador afirmou que Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski formam “uma panelinha que manda uma mensagem muito forte de leniência a favor da corrupção”. Até hoje esse caso não tem data certa para ser analisado pelo CNMP.

 

Com Poder 360
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