Sábado, 21 de Julho de 2018

Tribunal Regional Eleitoral julga improcedente cassação de registro de vereadores em Pato Bragado

Com isso, a composição da Câmara de Vereadores de Pato Bragado vai sofrer pelo menos três alterações

Pato Bragado

| 22/02/2017 | 17:30 | Radio Educadora
A Justiça Eleitoral da Comarca de Marechal Cândido Rondon cassou em agosto do ano passado, o registro de candidatura de cinco postulantes ao cargo de vereador em Pato Bragado.

Tiveram seus registros cassados: Marli Kreuz Wollmann, Gilberto Maehler e Holdi Romer, todos do PMDB, e Sergio Gossenheimer e Mauro André Weigmer, ambos do PP.

A decisão foi motivada pelo fato dos candidatos compareceram à inauguração do Colégio Estadual de Pato Bragado, solenidade que inclusive contou com a presença do governador Beto Richa.

A Justiça Eleitoral entendeu que o ato  constituiu conduta vedada e desequilibrou a disputa eleitoral.

Da decisão judicial foi interposto recurso junto ao Tribunal Regional Eleitoral, sendo que o julgamento foi realizado hoje (22) a tarde em Curitiba.

Conforme decisão unânime do Tribunal, foram afastadas as sanções de cassação do diploma dos candidatos.

Com isso, a composição da Câmara de Vereadores de Pato Bragado vai sofrer pelo menos três alterações.

Atualmente, a oposição tem a maioria no legislativo do município.

Com a decisão do Tribunal Regional Eleitoral, o quadro deverá ser invertido e o atual prefeito, Leomar Rodhen, o Mano, passará a ter maioria, contando com 6 vereadores contra 3 da oposição.

Um novo cálculo do quociente eleitoral deverá ser formulado, sendo computados também  agora os votos conquistados por Marli Kreuz Wollmann, Gilberto Maehler, Holdi Romer, Sergio Gossenheimer e Mauro André Weigmer.

Informações extraoficiais e que ainda não foram confirmadas pela Justiça Eleitoral, são conta que devem assumir na Câmara de Pato Bragado, Sergio Gossenheimer, Mauro André Weigmer e Holdi Romer.

Também não foram ainda confirmados os nomes dos três vereadores que atualmente ocupam cadeiras no Legislativo, mas devem deixar os cargos em razão da decisão do TRE.
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